O ex-participante do Big Brother Brasil 26, Pedro Espíndola, entrou na Justiça contra a Rede Globo alegando ter sofrido prejuízos à imagem e à vida profissional após o período em que esteve no reality. A ação tramita na 2ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná e pede uma indenização de R$ 4,2 milhões por danos morais e materiais.
De acordo com a defesa, a repercussão do caso teria ultrapassado o entretenimento e atingido diretamente a reputação do ex-BBB. Os advogados afirmam que, após a exibição dos acontecimentos, o nome de Pedro passou a ser associado a conteúdos negativos na internet, o que teria prejudicado contratos, oportunidades de trabalho e a credibilidade junto ao público e ao mercado.
Além da indenização, a defesa solicita a revisão do contrato firmado com a emissora. Entre os pontos questionados estão cláusulas que, segundo os advogados, impedem o ex-participante de conceder entrevistas, limitam o direito de resposta e preveem penalidades em caso de descumprimento. A intenção é liberar Pedro para se posicionar publicamente sem risco de sanções.
Os representantes legais sustentam ainda que a flexibilização dessas regras é essencial para que ele possa reconstruir a própria imagem, especialmente após receber alta médica.
Entenda o caso
Pedro deixou o programa em 18 de janeiro, após um episódio envolvendo outra participante, Jordana Morais. As imagens exibidas no reality motivaram a abertura de investigação por importunação sexual, conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio da Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá.
Segundo a defesa, o ex-BBB não chegou a prestar depoimento durante a apuração porque estava internado em uma clínica de reabilitação no interior do Paraná.
Mesmo com o registro oficial de desistência, os advogados alegam que, na prática, o participante passou a ser tratado como expulso, o que teria ampliado os impactos negativos sobre sua imagem.
O valor cobrado na ação se aproxima do prêmio total do programa, estimado em cerca de R$ 5,5 milhões.
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