A defesa da policial militar Yasmin Cursino Ferreira sustenta que o disparo que resultou na morte da ajudante geral Thawanna da Silva Salmázio, ocorrido na madrugada de 3 de abril na Zona Leste de São Paulo, foi feito em legítima defesa. Segundo o advogado Alexandre Guerreiro, a agente reagiu após, segundo ele, ter sido agredida durante a ocorrência.

De acordo com a versão apresentada pela defesa, a policial teria efetuado apenas um disparo com o objetivo de conter a situação. O advogado também afirmou que, logo após o tiro, a equipe policial acionou socorro e comunicou o caso às autoridades responsáveis.

No entanto, relatos de testemunhas que estavam no local apontam para uma dinâmica diferente da apresentada oficialmente. Pessoas que presenciaram a abordagem contestam a alegação de que a vítima teria iniciado a agressão.

Um dos relatos é do empreendedor Erick Levy, que afirma ter visto a viatura se aproximar de forma brusca do casal. Segundo ele, houve troca de ofensas antes da situação evoluir para agressões físicas.

Ainda conforme o depoimento, a discussão teria começado com xingamentos, seguida de confronto corporal. O homem relata que a policial teria partido para agressões físicas e, após uma reação da vítima, o disparo foi efetuado.

O caso segue sob investigação, e as diferentes versões devem ser analisadas pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias da morte.

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