O cenário político baiano ganhou mais um capítulo movimentado nos bastidores após o Partido Progressista (PP), comandado por Cacá Leão e João Leão, negar legenda ao vereador Luiz da Feira, que pretendia disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia nas eleições de outubro.
Segundo boatos que circulam nos bastidores da política, a decisão teria relação direta com o posicionamento de Luiz da Feira em apoio à reeleição do governador Jerônimo Rodrigues. O movimento não teria agradado lideranças do partido, que integra o grupo político ligado a ACM Neto.
Outro nome importante dentro da sigla é o prefeito Zé Cocá, que passou a compor a chapa majoritária da oposição em 2026.
Nos bastidores, Luiz da Feira preferiu não comentar o assunto em detalhes. O vereador informou apenas que deverá falar publicamente nesta quarta-feira (27), durante uma coletiva de imprensa, quando pretende anunciar os próximos passos de sua vida política.
Ainda conforme informações que circulam entre aliados e lideranças políticas, existe a possibilidade de Luiz da Feira declarar apoio à candidatura da ex-secretária de Educação da Bahia, Rovena Brito.
O episódio reforça uma velha máxima da política: às vezes, os sorrisos nas fotos duram menos que os acordos feitos nos bastidores. E, pelo visto, tem muita gente descobrindo que caminhar lado a lado nem sempre significa seguir no mesmo caminho até o fim.