Vencendo o medo e a intimidação, Josi da Rádio continua firme no propósito de representar Coração de Maria e trabalhar pela região. A ex-candidata a prefeita agora deu um novo passo em sua trajetória política e realizou, na tarde de segunda-feira (2), a filiação ao PSDB, Partido da Social Democracia Brasileira, assumindo também a direção da legenda no município. O ato contou com a presença do ex-prefeito de Camaçari e pré-candidato a deputado estadual, Elinaldo Araújo (União), e do deputado federal Adolfo Viana, presidente estadual do PSDB.
A articulação para a filiação contou ainda com a presença do senador Ângelo Coronel e do pré-candidato ao Senado, João Roma, presidente do PL na Bahia. Ao longo do dia, a radialista participou de agendas com as principais lideranças da oposição no estado e reforçou sua proposta de atuação na região do Portal do Sertão.
Depois de enfrentar uma campanha marcada por intimidações, violência política de gênero, fake news e intolerância religiosa em 2024, Josi, que é mãe e empresária, segue emprestando a voz para representar milhares de pessoas que sofrem sem acesso a serviços públicos básicos, sobretudo mulheres vítimas de violência e privação de direitos.
Com foco no direito das mulheres, no combate ao feminicídio, na empregabilidade e em ações para o desenvolvimento territorial da região de Coração de Maria, a radialista recebeu o convite do PSDB para lançar sua pré-campanha a deputada federal e deve fazer dobradinha na cidade com Elinaldo Araújo, uma das principais lideranças do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União).
“A política hoje é um reduto com predominância masculina. Nós, mulheres, precisamos nos representar e criar políticas públicas que atendam às nossas necessidades. Ao lado de Neto, pretendo trabalhar pelo desenvolvimento da nossa região, tratando da economia, dos serviços públicos, mas também de melhores condições para segurança e independência econômica das mulheres”, afirma Josi.
A pré-candidatura de Josi da Rádio surge em um momento de grande mobilização nacional pela vida e contra o feminicídio. A radialista acredita que a presença de mulheres na política pode fortalecer as políticas públicas de gênero e criar um ambiente mais favorável para que as mulheres exerçam plenamente seus direitos.