Jair Bolsonaro subirá no carro de som neste domingo com um quadro de pneumonia e grandes de chances de soluçar ao microfone.

A saúde se tornou uma questão.
O que aconteceu

  • Caciques do PL já falam em agendas mais leves para o ex-presidente. Formou-se o consenso de que a facada e as setes cirurgias decorrentes criaram um cenário que exige preservar Bolsonaro.
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  • Também há consciência de que ele é o principal expoente da direita. Considerável parte do plano do partido de eleger a maior bancada de deputados e 40 senadores, quando incluídas siglas aliadas, depende do ex-presidente.
  • Neste domingo, Bolsonaro volta a avenida Paulista, em São Paulo. Haverá outro ato mobilizando a militância a pressionar contra o julgamento no STF que pode mandar o ex-presidente para cadeia.
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  • Mesmo doente, Bolsonaro vai liderar a manifestação. Exames feitos na semana passada apontaram pneumonia. Houve sugestão dos médicos para reduzir agenda, mas a orientação foi ignorada.
  • O ex-presidente viajou a Belo Horizonte na quinta. Sóstenes acompanhou a visita e relata que era possível perceber o esforço de Bolsonaro para cumprir os três compromissos programados.
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  • O desconforto se manteve apesar de adaptações feitas para poupar o ex-presidente. Ele almoçou com deputados federais e estaduais de Minas Gerais em local não revelado. O intuito foi evitar aglomeração que sobrecarregasse Bolsonaro.
  • Ainda assim, os soluços se repetiram. A viagem do ex-presidente a Goiás no feriadão de Corpus Christi foi interrompida porque os soluços provocavam vômitos.
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  • Equilibrar a agenda de Bolsonaro será um desafio do PL. Nos últimos três meses, ele foi parar duas vezes no hospital depois de ser obrigado a interromper viagens por se sentir mal.
  • Lideranças do PL sempre elogiaram
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