O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi condenado por utilizar a instituição de forma indevida durante o pleito presidencial de 2022. A decisão, proferida em segunda instância, teve votação unânime.

Segundo a sentença, Vasques teria se valido da estrutura, dos símbolos e da visibilidade da PRF para favorecer a campanha de reeleição do então presidente Jair Bolsonaro (PL), por meio de entrevistas, participação em eventos e publicações em redes sociais.

A penalidade imposta prevê o pagamento de multa correspondente a 24 salários que recebia à época — valor que ultrapassa meio milhão de reais. Além disso, ele fica proibido de celebrar contratos com órgãos públicos ou obter benefícios fiscais pelos próximos quatro anos.

O ex-diretor ainda tem a possibilidade de apresentar recurso contra a decisão.

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