Embora venha repetindo que tentará a reeleição em São Paulo no ano que vem, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), e seus aliados, têm dado cada vez mais sinais de que a disputa à Presidência da República será seu destino político em 2026.

Os últimos discursos públicos, o lançamento de uma versão estadual do programa Bolsa Família e até a perda de peso estão entre os indícios de que Tarcísio caminha para concorrer ao Palácio do Planalto como representante do bolsonarismo nas urnas.

Na última sexta-feira (4/7), Tarcísio foi anunciado como um presidenciável “inequívoco” pelo ex-ministro da Defesa Raul Jungmann, em um painel do Fórum de Lisboa, organizado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O governador sorriu, mas não comentou sobre o assunto. Em seu discurso, abordou pautas nacionais, como diplomacia, controle da inflação e reforço de segurança nas fronteiras.

Uma semana atrás, ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na manifestação na Avenida Paulista, Tarcísio também mirou assuntos federais e atacou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ainda não havia feito desde se tornou governador.

Aliados também observam que os movimentos de líderes partidários de direita e centro-direita, em torno de uma candidatura presidencial de Tarcísio, tem se intensificado nos últimos meses.

Além disso, o chefe do Palácio dos Bandeirantes é o candidato favorito da maioria dos agentes do mercado financeiro e empresários do agro, tem desempenhado em pesquisas de intenção de votos e investiu até numa rotina mais saudável, que o fez perder 20 quilos.

 

 

 

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